Helena Jungmann: a estética delicada que carrega subversão

Foto: ilvmt/Instagram

Helena Jungmann é criadora da ilovemytoy e seu trabalho é marcado por uma dualidade fascinante

Há artistas que chegam ao mundo sem pedir permissão. Helena Jungmann é uma delas. Nascida em Manchester, Inglaterra, criada em Recife e Brasília, ela carrega em si uma compilação de influências que nunca pediu para ter — e que, paradoxalmente, se tornaram sua assinatura visual.

Quando você olha para o trabalho dela, vê Beatrix Potter encontrando Arte Noveau, Disney clássica dançando com Zelda, mulheres dos anos 50 carregando símbolos nada convencionais, estética retrô sussurrando subversão política.

Mas a história de Helena não começa em galerias ou em academias. Começa aos 17 anos, numa cadeira de tatuadora. Passa pela pandemia como um acelerador involuntário. E chega, finalmente, a um lugar onde ela pode dizer com clareza quem é. A partir de agora, vamos saber

Quem é Helena Jungmann

Helena Jungmann Campello veio ao mundo em 1993 (geração que cresceu entre o Orkut e o MSN, entre a Disney VHS e os primeiros jogos de videogame que marcaram o mundo). Filha de uma doutora em Biologia Molecular, irmã de um arquiteto e um designer gráfico (dois irmãos que, nas palavras dela, “também nasceram desenhando”), Helena cresceu em um ambiente onde a criatividade não era hobby, mas linguagem.

Nascida em Manchester, ainda muito nova (5 ou 6 anos de idade) veio para o Brasil, primeiro para Recife (PE), depois para Brasília (DF), onde mora até hoje. “Eu sou uma compilação de todas as influências que tive quando era pequena”, ela diz, e é fácil ver isso em cada traço.

Foto: ilovemytoy/Instagram

As referências clássicas que ela absorveu — a delicadeza de Beatrix Potter, a ornamentação da Arte Noveau, a magia dos contos de fadas — não desapareceram. Elas se transformaram. Evoluíram. Ganharam dentes.

Hoje, Helena é mãe, vive sozinha em Brasília, e fechou o ateliê que havia aberto no final de 2024 para focar 100% em seu trabalho autoral e em encomendas seletivas. Anos difíceis, ela reconhece. Mas necessários.

A trajetória nada linear

O que chama atenção em Helena é que ela nunca teve emprego ortodoxo. Nunca tentou o caminho convencional. Nunca pediu permissão para ser artista — ela apenas começou a desenhar, e o mundo respondeu.

Sua trajetória se deu início na tatuagem, antes mesmo de completar a maioridade. “Eu comecei a tatuar com 17 anos. Eu não sei exatamente que ano que foi. Mas foi bem cedo assim.” Ela trabalhou por anos fazendo desenhos para clientes de outros tatuadores, frequentemente sem receber nada em troca.

Sessão de tatuagem com apoio especial da Mel. — Mídia: ilovemytoy/Instagram

A tatuagem foi sua escola. Cada cliente era uma aula. Cada desenho na pele era um compromisso permanente, uma responsabilidade que pesava diferente de um quadro ou de uma camisa estampada.

“Porque não é só sobre o desenho, é sobre o cuidado mesmo que você como profissional precisa ter. Em relação à biossegurança e tal. Então, eu acho que, para mim, esse lado lá foi muito difícil.”

Há algo de sagrado em tatuar. Você está eternizando algo na pele de alguém — e isso exige mais do que técnica. Exige respeito; responsabilidade. Pela pessoa, pelo corpo, pela decisão que ela tomou de carregar aquela imagem para sempre. A biossegurança é o mínimo. O que vai além dela é uma postura, uma ética, uma consciência de que você está participando de algo permanente na vida de outro ser humano.

Mas a tatuagem também foi seu limite. O mercado mudou. A pandemia acelerou tudo. As pessoas perderam emprego. Muitos estúdios fecharam. E Helena, como tantos outros, precisou pular do barco antes que ele afundasse.

A pandemia como acelerador involuntário

2020 chegou como um divisor de águas. Sem poder frequentar estúdios, Helena migrou para o digital. Começou a vender prints e adesivos de forma “muito amadora”, como ela mesma descreve. Mas havia algo no ar — pessoas em casa, querendo decorar suas casas, procurando por arte que falasse com elas.

Mais uma série de prints. — Mídia: ilovemytoy/Instagram

“Eu nem pensei que isso poderia virar um trabalho, sabe? Começou a aparecer gente querendo fazer collab.”

As colaborações começaram a chegar. Lojas alternativas de Brasília. Marcas de outros estados. Cada trabalho era um degrau. Cada “sim” era uma confirmação de que ela estava no caminho certo.

E então, naturalmente, como tudo na vida de Helena parece acontecer, ela foi levada para o mundo que queria seus traços, estampas com o seu estilo, suas ilustrações. E assim, Helena Jungmann foi ampliando mais ainda o seu repertório.

Mídia: ilovemytoy/Instagram

Mas havia algo maior acontecendo. Enquanto ela desenhava para marcas, ela estava também desenvolvendo seu próprio vocabulário visual. Estava encontrando sua voz. E essa voz tinha algo a dizer.

Collabs e parcerias

As colaborações nunca pararam de chegar — e foram crescendo em ambição. Cuida Caps, FixedGram, BSBCrit, Mandril, El Cabriton e mais lojas alternativas de Brasília permitiram que Helena construísse um portfólio de parcerias que segue o mesmo critério da ilovemytoy: marcas com posicionamento, com personalidade, que não pedem permissão.

Madame Sattan, Use Pride e Use Bem Te Vi estão entre os clientes recentes. Marcas com identidade forte, posicionamento claro — o tipo de parceria que Helena busca. Não se trata de apenas fornecer uma arte: é uma troca entre universos que já se reconhecem antes mesmo de conversar.

Cada uma dessas colabs chegou porque as marcas confiaram na sua voz autoral, e Helena correspondeu com trabalho que faz sentido dentro do contexto de cada uma delas, sem abrir mão do que é dela.

Collabs com marcas parceiras. — Mídia: ilovemytoy/Instagram

Em junho de 2024, Helena lançou sua primeira camiseta própria. O design era “The Devil Is a Woman” — inspirado nas músicas do Twin Temple, duo americano de rockabilly satânico.

A arte também virou print e referência para tatuagem.

Mais recentemente, uma parceria com a Mermaid Death transformou suas ilustrações em objetos físicos: pingentes, argolas, brincos e keychains em acrílico, lançados em março de 2026 com a coleção The Devil Is a Woman.

A legenda do lançamento diz tudo:

“Ao longo da história, qualquer mina que se recusava a abaixar a cabeça era chamada de bruxa, louca ou problemática. Hoje, a gente veste esse título quase que como uma armadura.”

Quando o desenho vira coisa que se usa no corpo, como aconteceu com as tatuagens e suas camisetas, o traço de Helena migra definitivamente do plano para o mundo.

ilovemytoy

A história do nome é tão Helena Jungmann quanto possível: acidental, criativo, e carregado de significado que ela não planejou.

Foto: ilovemytoy/Instagram

“Bem no início ali da época do Tumblr — na era de ouro da internet, convenhamos! [risos]. Eu precisava refazer o meu e-mail, porque eu usava o meu e-mail de quando eu estava na quarta série. Aquelas opções genéricas, tipo, não pode ser Helena no café, tem underline, números aleatórios, sabe?”

Então ela decidiu criar um novo e-mail. E naquele momento, estava ouvindo uma música de um grupo eletrônico feminista. A música falava algo similar. Helena juntou as palavras, criou o e-mail (e nunca imaginou que isso se tornaria sua identidade artística).

Help artists, share their work. — Mídia: ilovemytoy/Instagram

“Aí, eu criei. Mas não criei com o intuito de ser uma grande coisa. Todos os assuntos que eu fazia eram a ‘ilovemytoy’. Já teve gente que me parou, no meio de um rolê pra perguntar se eu sou a ilovemytoy.”

Hoje, ela define a marca com uma frase que é quase um manifesto: “Vintage style not vintage values.”

“É algo que faz sentido pra mim, uma vez que eu realmente aprecio a estética dos anos 20 aos 80, mas em relação aos valores da época, não me representa.”

Estética e discurso político da ilovemytoy

Se você olhar para o trabalho de Helena, verá um padrão recorrente: mulheres.
Mulheres com aparência dos anos 50, 60 — o “sonho americano” — mas carregando simbolismo transgressivo carregado de subversão; que deveriam ser dóceis, mas não são; que deveriam ser conformadas, mas carregam chamas.

Isso não é acidental. É política. É um grito visual contra o patriarcado, contra o moralismo, contra o conservadorismo que tenta enquadrar a mulher em uma caixa de porcelana.

Helena é muito clara sobre isso.

“Eu acho que eu gosto de fazer mulheres ‘diabólicas’. O conceito de diabólico, na verdade, é muito conservador, né? Muito. Em relação a mulher, ao comportamento. Enfim, todas essas coisas e que principalmente hoje em dia, está sendo muito falado (com esses movimentos conservadores, de Redpill e tal). Então, eu gosto de trazer essa dualidade, sabe? Dessa estética, que é uma estética conservadora.”

O que torna o trabalho de Helena particularmente potente é que essa mensagem política não veio de academia. Veio de estar viva como mulher em um mundo que tenta constantemente diminuir o espaço que você ocupa.

Há algo de inconsciente revelador em seus autorretratos. Ela resiste ao rótulo — “quem sou eu pra discordar?” — mas a quantidade de pessoas que a identificam nas personagens fala por si. Há algo dela em cada mulher que ela desenha.

Influências e referências de Helena Jungmann

Helena cresceu cercada de arte, mas não da forma tradicional. Não era museus e galerias — era Disney, era Beatrix Potter, era videogame. Era a beleza minuciosa dos brilhinhos do vestido da Cinderela. Era Zelda, “um dos jogos mais lindos que eu já joguei na vida”, confessa.

“Eu passei a minha vida toda conseguindo apreciar as coisas tipo além do que elas são, sabe? Não é só um jogo jogável legal, é tipo tudo que tá por trás, as referências que aqueles artistas usaram para chegar naquele contexto daquele jogo ali.”

Suas referências artísticas são igualmente sofisticadas e não-convencionais. Alphonse Mucha, os pin-ups dos anos 50, a era de ouro da Disney. Mulheres, sempre mulheres. “Eu sempre desenhei mulheres mais que homens, sabe? Eu nunca gostei muito de praticar desenhar homens.”

Mas há algo mais profundo aqui. Helena não seguiu o caminho acadêmico que suas influências poderiam sugerir. Ela rompeu com o status quo e encontrou seu próprio espaço — underground, autoral, político.

Processo criativo

Helena tem um ritual. Antes de qualquer coisa, precisa de ordem. Um espaço limpo. Uma mesa organizada. Porque se não estiver assim, ela fica pensando que deveria estar arrumando as coisas.

“Antes de tudo, eu não consigo trabalhar em lugar desarrumado. Com a mesa cheia de coisas. Isso me atrapalha muito até porque eu fico pensando que eu deveria estar arrumando as coisas, sabe?”

Depois vem a música. Ou um documentário. Algo para preencher o silêncio, mas não demais. Ela não é muito de podcast — isso nunca pegou para ela. Mas documentários de coisas completamente aleatórias? Perfeito.

O video foi retirado do instagram de Helena: “Cercada de coisinhas que me inspiram. Faz o meu trabalho fluir melhor.”

“Mas, assim, na maioria das vezes envolve música. E envolve ter um momento de pensar sobre o que eu vou fazer. Tipo assim, o que é o projeto que a gente quer? Quais são as referências do cliente? Que referências novas posso trazer pro cliente?”

E quando ela finalmente senta para desenhar, há algo de meditativo nisso. Há algo de sagrado. Porque cada traço é uma decisão. Cada linha é uma afirmação.

Bike fixa e militância

Helena conheceu o mundo da bike através de Rafael Araújo, seu companheiro desde 2017. Ele sempre foi do rolê da fixa que não é só “pessoas andando de bicicleta”. É um movimento, uma comunidade, uma forma de estar no mundo.

Foto: ilvmt/Instagram

“Eu nem sabia que tinha galera específica da bike antes de entrar. Isso é o tribus, né?”

Ela era ignorante nesse sentido, ela mesma admite. Mas respeitava. E quando começou a pedalar com Rafa, começou a entender. Começou a perceber que havia contextos, lutas, significados que ela não tinha visto antes.

Foto: ilvmt/Instagram

“Nunca tinha entendido que existia uma militância e todos os contextos que envolvem essa militância.”

Ela se tornou ativa. Participava de eventos. Ajudava na organização. Pegava a prancheta e começava a anotar nomes. E havia algo de necessário nisso — não havia muitas mulheres participando ativamente. Então, Helena estava lá.

Mas a vida muda. Desde caiu de bicicleta e machucou o cotovelo, acabou tendo reflexos que a acompanham: “até hoje ele não é mais o mesmo”, revela. Mas, acabou mudando de casa. E agora mora sozinha com a filha, em um prédio onde não há lugar para guardar a bicicleta.

“Então, hoje, assim, eu só pedalo quando eu tô com o Rafa e a gente tem alguma coisa pra fazer, tipo, perto ou algo que dê pra fazer de metrô.”

Mas ela ainda participa dos eventos. Quando tem algo acontecendo, Helena está lá na organização. A militância não desapareceu — apenas mudou de forma.

Maternidade e criatividade

Helena Jungmann é mamãe desde 2014 da pequena Mel (Melanie), que já é uma artista em formação. Quando a filha entrou na conversa durante a entrevista, foi um momento muito espontâneo e humano.

Mel gosta dos “carneirinhos” que a mãe desenha. Quer ser atriz. Cresceu em um ambiente onde a criatividade não era exceção — era respiração.

Helena descobriu a gravidez aos 21 anos. A tatuagem ficou em pausa. Quando Mel tinha um ano e meio, ela voltou a trabalhar. Alguns anos depois, então, o COVID chegou e derrubou tudo de novo. É quase cruel, se não fosse também o momento que a abriu definitivamente para a ilustração.

Foto: ilvmt/Instagram

Para Helena, a maternidade não foi um obstáculo à carreira. Foi uma transformação. Uma mudança de perspectiva. Uma razão a mais para escolher o trabalho autoral sobre a segurança de um emprego tradicional.

Ilustração infantil e livros

Sempre foi um sonho de Helena ilustrar um livro infantil. E quando a pandemia a forçou a se reinventar, esse sonho ganhou forma.

“Eu sempre sonhei em ilustrar um livro infantil. Eu gosto muito de literatura infantil. E quando eu comecei a trabalhar mesmo com ilustração, que foi na pandemia — Eu acho que eu não falei sobre isso, né? — comecei meu trabalho como ilustradora, porque eu não pude mais frequentar estúdio de tatuagem, naturalmente. Então, eu precisei me reinventar, e a ilustração foi o caminho que eu achei e eu realmente me encontrei profissionalmente, sabe?”

Ela ilustrou dois livros com Verônica Larrat Pricken, uma professora de matemática e psicopedagoga que escreve livros infantis em Brasília. O primeiro, “Oswaldinha”, tinha uma mensagem sobre vacinação — importante num contexto de negacionismo.

Livro Infantil, “Matilda – A cadelinha cor de chocolate”. — Foto: vlpeducacao/Instagram

O segundo, “Matilda – A cadelinha cor de chocolate“, era sobre adoção de animais. “Artisticamente, eu gostei mais de fazer esse, que eu gosto de desenhar animais.”, revela, Helena.

Encomendas vs. trabalho autoral

Helena tem uma estratégia clara:

“Quando se trata de encomendas eu costumo abrir uma quantidade específica de pedidos. Geralmente abro quando estou em processo de criar uma nova coleção autoral, esperar receber material de gráfica e fornecedores ou até quando a coisa fica mais ‘apertada’. Não existe uma proporção específica, mas eu prefiro investir tempo no meu trabalho autoral e encomendas funcionam mais como um apoio.”

Isso é estratégia, sabedoria e é saber que o trabalho autoral é o que sustenta a alma, mas as encomendas sustentam as contas.

Helena Jungmann e o futuro da ilovemytoy

Quando perguntada sobre o futuro da marca, Helena é generosa em seus sonhos. Quer fazer coleções, ter padronagem para suas ilustrações. Quer, um dia, criar uma linha para a Tok&Stok — louças com sua estética.

“Eu gostaria muito de ter estampa, sim. E não só estampa, mas estampa… padrão, né? Padronagem para papel de parede. Eu ia amar fazer também. Eu gostaria de fazer um pouco de tudo, sabe? Acho que eu tenho esse sonho de fazer um pouco de tudo. Onde dá pra colocar minha ilustração, eu vou gostar muito.”

E sobre exposição em galeria? A principio, quando a pergunta surgiu, houve uma certa hesitação. “Eu ia ter uma pequena… Sensação de ‘não mereço isso’, sabe?”, Mas depois, com mais segurança, Helena afirmou:

“Hoje eu já tenho mais segurança para aceitar um convite desse? Porque, como eu te falei, eu passei por um momento muito experimental, mas meu trabalho agora já está mais consolidado, eu consigo criar uma exposição que faça sentido, sabe?”

A subversão como ato de resistência

Foto: ilovemytoy/Instagram

No final, o trabalho de Helena expresso na ilovemytoy (e além dela) é um ato de resistência. Não é uma pretensão de alterar a percepção das pessoas — é uma resposta ao que a sociedade é. É uma afirmação de que mulheres podem ser delicadas e diabólicas. Que a estética pode ser conservadora e revolucionária ao mesmo tempo. Que a arte é libertadora.

“Eu acho que a arte, ela te possibilita a caminhar por vários mundos, porque são muitas pessoas fazendo arte. São muitas individualidades, sabe? Então, quanto mais você tem acesso à arte, mais você tem acesso a esses mundos, a essas vivências das pessoas. Eu acho que vem muito dessa coisa do conhecimento. Você ter acesso a conhecimento te liberta de muita coisa, né?”

Helena Jungmann é a prova de que a arte não precisa vir de academia para ser profunda. Que a subversão pode ser delicada. Que uma mulher pode ser uma compilação de influências e, ainda assim, ser completamente original.

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